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IaGenify SDK 0.3.2 oferece aos agentes um mapa de ferramentas disponíveis.

As instruções do agente passam a refletir as ferramentas e ações habilitadas naquela execução, para que ele escolha capacidades reais em vez de adivinhar por documentação genérica.

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Um agente só escolhe bem quando sabe quais ações estão disponíveis. Uma lista genérica da documentação não basta: o aplicativo pode habilitar apenas parte delas, o ambiente pode não oferecer um recurso ou o modo de permissões pode impedir uma ação. O IaGenify SDK 0.3.2 adiciona um mapa baseado nas ferramentas realmente disponíveis em cada execução.

Descreva a execução real, não a plataforma em teoria

No início, o agente recebe um resumo dos grupos de ferramentas ativos e suas ações. Se o aplicativo remove uma ferramenta, ela desaparece do mapa. Se o ambiente não oferece uma ação, o agente não recebe a promessa de que pode executá-la. O planejamento fica mais próximo do que é possível de verdade.

Um catálogo apoia várias decisões

O mesmo catálogo ajuda o agente a escolher operações, localizar a documentação detalhada e os desenvolvedores a entender onde cada capacidade se encaixa. O resumo responde o que existe; a referência explica como usar. Separar essas funções mantém o mapa inicial curto e as explicações mais direcionadas.

A cobertura pode ser verificada, não apenas lembrada

Um teste de contrato compara métodos dos recursos do SDK ao código de ferramentas do agente. Cada método precisa estar acessível por uma ferramenta ou ter uma razão documentada para ficar fora. Uma capacidade desconectada aparece durante o desenvolvimento, sem depender de alguém manter várias listas manualmente.

Esse controle também evita acessos acidentais. Métodos que envolvem autoridade da conta ou segredos podem ficar fora; outros dependem do ambiente. O catálogo diferencia esses limites intencionais de uma omissão.

Um mapa pequeno pode descrever um SDK amplo

A versão mede o acesso por ações, não apenas pelo número de ferramentas. Uma ferramenta pode conter várias operações; contar nomes esconde o que o agente consegue fazer. Um resumo conciso dá contexto ao modelo sem uma sequência longa de consultas exploratórias.

O agente deve planejar com base nas capacidades que sua execução realmente tem, não em uma lista do que a plataforma talvez ofereça.

O SDK 0.3.2 facilita manter a fronteira entre o SDK e o ciclo do agente: as capacidades vêm do catálogo da execução, e um teste acompanha a coerência entre recursos públicos e ferramentas.

Perguntas frequentes

O mapa ativa todos os métodos do SDK?

Não. Ele descreve o que está disponível naquela execução; seleção do aplicativo, ambiente e permissões continuam valendo.

Como o mapa difere da documentação?

Ele resume as capacidades disponíveis. A documentação detalhada explica como usar cada operação.

Por que contar ações em vez de ferramentas?

Uma ferramenta pode agrupar várias operações, então o número de ações descreve melhor o que o agente pode fazer.

Operações sensíveis são expostas automaticamente?

Não. Métodos de autoridade da conta ou segredos podem ser excluídos com motivo documentado e verificado.

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